Motiva e P3K: Excelência em Comunicação Interna no PEMCC

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A comunicação interna Motiva P3K se destacou na 4ª edição do Prêmio Empresas que Melhor se Comunicam com Colaboradores (PEMCC), evidenciando como o diálogo estratégico com os colaboradores se tornou um pilar fundamental para a cultura e experiência corporativa. O evento reconheceu marcas que revolucionaram essa área, com a Motiva conquistando o título de Marca Destaque do Ano e a P3K sendo eleita Agência Destaque do Ano, sublinhando o valor das colaborações estratégicas na evolução da comunicação organizacional.

A Motiva celebrou um conjunto impressionante de conquistas, totalizando doze reconhecimentos. Entre eles, a empresa garantiu quatro primeiros lugares em categorias essenciais como tecnologia, liderança, gestão de crise e cultura. Ao seu lado, a P3K reforçou a importância de parcerias especializadas, atuando na estruturação de projetos que vão além da mera execução de campanhas, focando na escuta ativa e na imersão profunda na cultura das organizações clientes.

Motiva e P3K: Excelência em Comunicação Interna no PEMCC

A ascensão da Motiva como destaque no PEMCC não foi mero acaso. A competição da quarta edição reuniu gigantes como Petrobras, Mercado Livre, Serasa Experian e Sicoob Credicitrus, cada uma delas com dois primeiros lugares. Contudo, a Motiva demonstrou uma consistência superior ao longo de toda a premiação. Foram quatro vitórias em primeiro lugar, cinco em segundo e um terceiro, além de dois certificados. A empresa obteve reconhecimento em áreas de grande relevância para o futuro corporativo e da comunicação, incluindo tecnologia, gestão de crise, liderança comunicadora, cultura, segurança, pesquisa, indicadores, experiência do colaborador e propósito de marca.

Esse desempenho ressalta que a eficácia da comunicação interna transcende campanhas isoladas. Ela reside na habilidade de atribuir significado às diversas agendas do negócio, conectando-as de forma autêntica com as pessoas. Para a Motiva, a chave para essa força está na priorização da escuta ativa e da experiência do colaborador, um compromisso que precedeu o próprio prêmio. Essa filosofia foi crucial para sustentar o título de Marca Destaque do Ano. Conforme Vanessa Vieira, diretora de Marca e Comunicação da Motiva, a convicção é bem traduzida pela frase: “histórias são dados com alma”. Esta expressão revela uma abordagem que une a precisão de dados operacionais à dimensão humana, muitas vezes intangível em planilhas, que é o sentimento dos colaboradores.

Em uma empresa de mobilidade, a combinação de estratégia e realidade vivida pelos colaboradores assume um significado ainda maior. Em trilhos, rodovias e aeroportos, os indicadores são importantes, mas é a ação humana que concretiza as metas. Assim, a comunicação interna da Motiva se baseia nesse encontro: de um lado, metas, dados e informações cruciais para o negócio; do outro, histórias, escuta e respeito à experiência dos que atuam na linha de frente. Vanessa Vieira enfatiza que a transparência e o respeito incondicional guiaram cada iniciativa, transformando a comunicação em um instrumento dinâmico de engajamento.

Historicamente, a comunicação interna concentrava-se na mera transmissão de informações. A transformação ocorreu quando as empresas perceberam o potencial do diálogo para gerar muito mais. Na Motiva, essa mudança elevou a comunicação interna a um patamar mais estratégico e alinhado ao negócio, abrangendo desde a segurança do trabalho até a transformação digital. Essa integração alterou radicalmente a dinâmica interna.

A naturalidade com que diversos temas passaram a coexistir na mesma estratégia é um forte indicativo dessa mudança. Discutir tecnologia, desempenho e segurança com a mesma proximidade com que se celebra as pessoas não é simples; exige repertório, análise de contexto e uma rara fluidez entre os aspectos técnicos e humanos da organização.

P3K: A Força da Parceria Estratégica na Comunicação Interna

Ao mesmo tempo, a Motiva buscou apoio especializado para amplificar seus esforços internos, consolidando a parceria com a P3K, que também foi reconhecida no PEMCC. Vanessa Vieira destaca que essa colaboração expandiu o impacto das mensagens e elevou o nível técnico e criativo dos projetos. A parceria permitiu o desenvolvimento de soluções personalizadas que consideram a acessibilidade e a diversidade, disseminando a essência da marca a todos os colaboradores, com foco em impacto e resultados tangíveis.

Disseminar a essência da marca para todos os colaboradores é um desafio significativo em uma empresa com operações tão diversas. Na Motiva, realidades distintas coexistem, com equipes em aeroportos, na manutenção ferroviária e nas rodovias. Portanto, uma estratégia bem elaborada precisa alcançar diferentes áreas, formatos e turnos, mantendo a clareza. O PEMCC reconheceu a capacidade da Motiva de transformar essa complexidade operacional em uma comunicação próxima, compreensível e conectada à rotina de cada público.

Vanessa explica que a comunicação interna atua como um mapa de navegação compartilhado, traduzindo metas corporativas para a linguagem dos colaboradores na ponta. Para atender a essa diversidade, a empresa adota uma abordagem multicanal, utilizando portal interno, newsletter via Teams, TVs, murais, WhatsApp e Diálogos Diários de Segurança (DDSs) para adaptar os conteúdos. O objetivo vai além da distribuição de informação; é fundamental que ela faça sentido. “Quando o colaborador compreende o impacto do seu trabalho na ponta, a gente conecta a rotina dele diretamente à nossa macroestratégia de criação de valor”, afirma Vanessa.

A base dessa capilaridade é a Cultura 3Is: Integridade, Integração e Impacto. Esses pilares guiam a comunicação da Motiva, funcionando como uma bússola prática. A integridade se manifesta na transparência das informações; a integração, na busca por conexões humanas; e o impacto, na eficácia das mensagens para engajar genuinamente. Esse alicerce evita que a comunicação se fragmente em ações isoladas, explicando a consistência dos cases premiados no PEMCC, como o projeto “Comitê de Segurança Motiva: do choque à mudança sistêmica”, vencedor na categoria Gestão de Crise.

Segundo Vanessa, é desse fundamento que emergem as diretrizes de conexão da Motiva. A escuta se manifesta em pesquisas e análises de desempenho de conteúdo. A liderança comunicadora recebe apoio para traduzir a estratégia às equipes. O fortalecimento da cultura ocorre por meio de experiências que desmistificam temas complexos e reforçam o orgulho de pertencer. No cerne de tudo, está a ideia de que os colaboradores não são apenas receptores, mas embaixadores da marca. Esse cuidado é o que diferencia uma comunicação meramente informativa de uma capaz de construir cultura.

Com o aumento da complexidade organizacional, a comunicação precisa expandir sua capacidade de unificar temas. Na Motiva, isso significa integrar cultura, segurança, sustentabilidade, diversidade, inovação e experiência do colaborador. Vanessa explica que o ruído é evitado ao ancorar cada pauta na Ambição 2035, o plano estratégico da empresa para a próxima década, demonstrando como cada agenda protege o futuro do negócio.

Nesse contexto, o propósito se torna o fio condutor, transcendendo o mero discurso. Quando todas as pautas convergem para uma mesma direção, deixam de ser iniciativas avulsas para contar uma história coesa, o que justifica a força da Motiva no PEMCC. “O nosso propósito é melhorar a vida das pessoas através da mobilidade, e trabalhamos todos os dias a serviço disso”, declara Vanessa. Esse sentido maior confere coerência às agendas e à comunicação interna da companhia, mesmo ao abordar assuntos distintos.

Esse “sentido maior” também mitiga o risco de a comunicação interna se resumir a ações pontuais, que começam fortes e se dissipam sem deixar rastros. Na Motiva, segundo a executiva, o alinhamento de cada iniciativa às diretrizes da companhia impede essa ocorrência. “Nenhuma campanha nasce de forma isolada ou apenas para cumprir tabela”, ela resume.

Na prática, isso substitui o improviso pela continuidade. Iniciativas recorrentes, embasadas em dados consistentes, constroem uma narrativa sustentável ao longo do ano, em vez de se perderem em movimentos esporádicos. É um trabalho que compreende a comunicação como uma construção diária, não como um evento isolado. A consistência resulta quando uma mensagem, integrada a algo maior, amplia o entendimento, reforça comportamentos e marca a cultura. “Ao utilizarmos ferramentas de aprendizado prático e depoimentos reais, a gente assegura que as mensagens gerem transformações profundas na conduta e no bem-estar de todo o time”, complementa Vanessa Vieira.

Nada disso seria viável sem a escuta ativa. “Ouvir sempre será o começo de tudo”, e na Motiva, esse princípio precede até mesmo o planejamento. A empresa monitora temas internos, analisa pesquisas de clima, realiza levantamentos periódicos de comunicação e examina dados de censo. Tudo para compreender os cenários reais das equipes, não apenas aqueles concebidos em salas de reunião. Essa disposição genuína de ouvir confere aderência à comunicação interna da Motiva. “Comunicar é dialogar, e o diálogo só existe quando a gente se dispõe a ouvir com atenção e empatia”, reforça Vanessa. O feedback contínuo sobre canais e campanhas contribui para ajustar o tom, corrigir rotas e aprimorar constantemente a experiência do colaborador.

Após essa análise da abordagem da Motiva, a principal conclusão é que, mesmo em empresas orientadas por dados e tecnologia, o diferencial reside nas pessoas. Independentemente do tamanho ou da complexidade organizacional, a capacidade de humanizar as mensagens distingue uma comunicação de impacto de uma que se perde no caminho, como aponta Vanessa. Essa é uma lição confirmada pelo PEMCC, mas que a companhia já vinha cultivando. “Uma empresa resiliente e focada no futuro precisa de uma comunicação que atue como bússola e ponto de encontro e de conexão das pessoas, ao mesmo tempo”, conclui Vanessa. É nesse equilíbrio entre direção e conexão que a comunicação interna da Motiva encontra sua força.

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Imagem: melhorrh.com.br

A P3K, por sua vez, representa uma aposta no futuro da comunicação interna. Há 18 anos, quando a agência nasceu, essa área era predominantemente vista como operacional. Camila Piva, sócia-conselheira, antecipou o potencial estratégico, construindo a P3K com a convicção de que a comunicação interna ganha força ao conectar pessoas, cultura e resultados de negócio. Esse princípio está na base do reconhecimento da P3K como Agência Destaque do Ano na 4ª edição do PEMCC.

Elizeo Karkoski, diretor executivo da P3K, atribui a conquista a uma construção coletiva com clientes, parceiros e a própria equipe. Ele ressalta que a disciplina da comunicação interna desempenha um papel crescente na execução estratégica, no fortalecimento da cultura e na mobilização das pessoas. A questão não é apenas o alcance de uma campanha, mas uma forma de trabalho. Para Elizeo, a comunicação interna não pode ser considerada uma disciplina secundária.

Metodologia P3K: Do Diagnóstico ao Impacto Real

Os cases premiados no PEMCC ilustram a abordagem da P3K na prática. Projetos diversos, que abrangem desde a transformação digital ao fortalecimento de lideranças, passando por cultura, reconhecimento e experiência do colaborador, são unificados pela lógica por trás de cada decisão. Elizeo explica que, antes de qualquer ação, duas perguntas orientam o caminho: “qual emoção a iniciativa deve despertar para ganhar o coração das pessoas e qual comportamento ela precisa estimular para contribuir com os resultados da organização?”. Essa combinação de sensibilidade e objetivo de negócio serve como bússola para um trabalho minucioso e alinhado à cultura de cada cliente.

É nesse ponto que a comunicação interna transcende o suporte para se tornar uma alavanca estratégica. Na visão da P3K, a mensagem não basta chegar; precisa fazer sentido para quem a recebe. Elizeo define: “Comunicação efetiva não é apenas sobre informar. É sobre mobilizar pessoas para a ação, gerando clareza sobre prioridades, fortalecendo a cultura e apoiando a tomada de decisão para contribuir diretamente com os resultados do negócio”. Simples assim e, ao mesmo tempo, complexo.

A trajetória da P3K não se construiu apenas externamente. Enquanto apoiava organizações, a agência também fortaleceu sua própria comunicação interna, estruturando processos e desenvolvendo novas lideranças, com base na mesma convicção que orienta seu trabalho com clientes: a experiência precisa começar internamente. As cinco certificações GPTW consecutivas e a formação de uma equipe engajada são reflexos dessa construção interna.

Recentemente, a Ambição 2030 da P3K solidificou o impacto desejado para clientes, colaboradores e o mercado. O CInsights P3K, uma comunidade com mais de 500 profissionais da área, reflete essa visão, promovendo a troca de repertório e conectando os profissionais de comunicação interna no Brasil. “Nossa contribuição não está apenas no fortalecimento da comunicação interna das organizações que atendemos, mas também no desenvolvimento profissional das pessoas que lideram e constroem essa disciplina”, afirma Elizeo Karkoski.

Se a trajetória explica o reconhecimento, a metodologia da P3K demonstra como essa visão se concretiza. O trabalho se apoia em cinco pilares complementares: diagnóstico, planejamento, criação, execução e mensuração. Essa estrutura foi desenvolvida para responder a uma questão que desafia muitos times de comunicação interna: como provar o impacto real do trabalho? Dados do setor mostram a legitimidade dessa dúvida: 41% das organizações enfrentam dificuldades na gestão de dados em comunicação interna, e 48% priorizam a evolução dos indicadores nos próximos anos. O elo entre todas as etapas da metodologia P3K reside na capacidade de compreender como a comunicação influencia a percepção das pessoas.

Nesse terreno, a P3K se distingue. Elizeo destaca que a avaliação deve ir além do alcance ou engajamento, focando em entender se as iniciativas geram clareza, fortalecem a cultura, apoiam a tomada de decisão e contribuem para os objetivos estratégicos da organização. “Não avaliamos apenas alcance ou engajamento. Buscamos compreender se as iniciativas estão gerando clareza, fortalecendo a cultura, apoiando a tomada de decisão e contribuindo para os objetivos estratégicos da organização”, pontua. Quando a mensuração foca na mudança, e não apenas na quantidade, a comunicação interna adquire um lugar à mesa das decisões estratégicas.

Medir impacto exige, primeiramente, compreender a realidade em que a comunicação circulará. O mergulho cultural da P3K sustenta iniciativas mais aderentes aos colaboradores, explicando seu sucesso no PEMCC. A resposta não vem apenas de briefings, mas da escuta atenta, de conversas com lideranças e colaboradores, da observação de rituais internos e de visitas às operações. Esses encontros permitem captar percepções que nem sempre surgem em pesquisas ou reuniões formais.

Elizeo Karkoski cita um dado alarmante: estudos indicam que mais da metade dos profissionais que pedem demissão já haviam expressado suas insatisfações internamente. Isso reforça que a escuta não pode ser uma etapa protocolar; na P3K, ela é uma ferramenta de antecipação e leitura de contexto, permitindo identificar riscos, oportunidades e construir estratégias mais alinhadas à realidade das pessoas.

A partir dessa leitura, outro ponto decisivo emerge: a ausência de uma mensagem universal em organizações com realidades tão distintas. O que mobiliza a linha de frente pode não ressoar com as preocupações da gestão, por exemplo. Por isso, a P3K segmenta e personaliza narrativas, considerando não apenas o que dizer, mas como, onde e quando a mensagem deve chegar a cada público. “O verdadeiro filtro é a relevância, e ela só existe quando a mensagem foi construída para quem vai recebê-la, e não para quem a envia”, pontua Elizeo. Segmentação e personalização são tendências-chave para a comunicação interna, pois “mais importante do que garantir que uma mensagem chegue às pessoas é garantir que ela faça sentido para elas”, conclui.

Diagnóstico, escuta, imersão, personalização: todos esses elementos são cruciais, mas o que transforma uma agência em destaque é sua capacidade de elevar a comunicação interna a um patamar estratégico dentro das organizações. A trajetória da P3K no PEMCC exemplifica isso. Não se trata apenas de uma coleção de projetos bem-sucedidos, mas de uma atuação que contribui para o desenvolvimento de indicadores, a estruturação de processos de governança, o fortalecimento da escuta e a ampliação da influência da área junto às lideranças, indo muito além de campanhas isoladas. Elizeo Karkoski reforça que a P3K oferece visão externa e experiências acumuladas em diferentes segmentos, ampliando o repertório dos profissionais de comunicação interna.

Contudo, a comunicação interna mais estruturada pode falhar sem o apoio da liderança. O gestor é quem muitas vezes traduz a estratégia, responde dúvidas e contextualiza diretrizes. Por isso, parte fundamental do trabalho da P3K é preparar as lideranças para atuarem como comunicadoras mais próximas e consistentes, pois engajá-las nesse papel continua sendo um dos principais desafios. Além disso, a comunicação interna não é um produto acabado, mas uma construção contínua. O cenário atual, com inteligência artificial, excesso de informação e novas expectativas dos colaboradores, exige que a área seja ágil, personalizada e capaz de demonstrar seu impacto.

Nesse cenário dinâmico, Motiva e P3K seguem apostando. De um lado, método, escuta e repertório para transformar temas estratégicos em narrativas próximas aos colaboradores. Do outro, uma comunicação que equilibra dados, operação e conexão humana para que cada colaborador se reconheça como parte da estratégia. O PEMCC reforçou que, embora as ferramentas mudem, o desafio central da comunicação interna permanece profundamente humano. Para se aprofundar nas tendências do mercado de comunicação interna, confira este artigo completo sobre o tema.

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A 4ª edição do Prêmio Empresas que Melhor se Comunicam com Colaboradores (PEMCC) continua a ser uma vitrine crucial para as organizações que entendem a comunicação interna como um diferencial estratégico. Com vinte categorias, abrangendo de “Influenciadores Internos” a “Memória Organizacional”, o prêmio incentiva a visibilidade de projetos que fortalecem a cultura, o engajamento e o alinhamento dos colaboradores. Ao participar, as empresas têm seus cases incluídos no Banco de Cases gratuito e ganham visibilidade em plataformas como Melhor RH e Negócios da Comunicação, contribuindo para um ecossistema que dissemina boas práticas. Continue acompanhando as novidades e análises sobre o universo corporativo e de comunicação em nosso portal Hora de Começar.

Crédito da imagem: Portal Melhor RH

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