Comunicação Interna: Evite a Inflação de Prioridades

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A **inflação de prioridades** tem se tornado um desafio significativo dentro das organizações, expondo falhas críticas na comunicação interna. Quando tudo é rotulado como urgente e demanda atenção imediata, a efetiva hierarquização das informações se torna quase impossível. Esse fenômeno resulta em menor foco, múltiplas frentes de trabalho disputando a atenção dos colaboradores e, por fim, uma diluição da estratégia comunicacional, transferindo para o profissional a árdua tarefa de discernir o que realmente importa.

Este cenário paradoxal, onde o termo “prioridade” é constantemente evocado, mas sua aplicação prática se mostra ineficaz, reflete uma tensão que perpassa toda a experiência do colaborador. A consequência direta é a sobrecarga cognitiva e a fragmentação da atenção, transformando o receptor em um intérprete de sinais confusos em vez de um agente apoiado por um direcionamento claro.

Comunicação Interna: Evite a Inflação de Prioridades

Observando mais de perto, é comum que a ausência de critério na comunicação interna seja confundida com dinamismo e agilidade. Rotular a maioria das tarefas como urgentes pode, erroneamente, transmitir uma imagem de celeridade, mas na verdade, frequentemente indica uma dificuldade intrínseca da organização em fazer escolhas e estabelecer hierarquias claras. Na ausência de um plano de **priorização na comunicação interna**, ela deixa de ser um guia estratégico e se converte em uma mera vitrine de emergências. Quem nunca se viu diante de uma enxurrada de notificações, mensagens simultâneas e múltiplas entregas críticas, todas com o mesmo peso de urgência? Para os colaboradores que precisam navegar por esse volume, a “inflação de prioridades” apenas evidencia a incapacidade da empresa de definir o que merece destaque e porquê.

O Impacto da Falta de Priorização na Estratégia Corporativa

A comunicação eficaz detém um poder imenso para guiar decisões, desde que haja uma gradação explícita de importância. Sem essa distinção, o fluxo intenso de informações não apenas amplia a carga cognitiva, mas também desorienta o colaborador, que deveria ser um agente apoiado por direcionamentos inequívocos. A estratégia, em sua essência, está intrinsecamente ligada à definição – trata-se de decidir o que deve vir em primeiro lugar e o que pode aguardar. Portanto, um excesso de prioridades é, por definição, um sintoma de carência estratégica.

No campo da comunicação interna, o efeito dessa deficiência é imediato e negativo: sem qualquer tipo de priorização, a área se transforma em um amplificador de ansiedade, reverberando ruídos de diversas frentes que, muitas vezes, não dialogam entre si. Cada setor chega com sua própria pauta inegociável, prazo apertado e solicitação de destaque máximo. Gerenciar esse volume é sempre um desafio, mas a solução, como aponta Marcela Villas Bôas, gerente de Comunicação da Multiplan, reside no amadurecimento da governança. Essa falta de governança dificulta a construção de um sentido coerente para os colaboradores, conforme argumenta a especialista.

Em vez de apenas reagir às demandas dos solicitantes, a comunicação interna necessita de uma base em critérios verdadeiramente estratégicos, com total transparência sobre o que será comunicado, quando e por qual razão. “Com processos bem definidos, conseguimos estabelecer critérios objetivos e uma atuação mais estratégica”, afirma Marcela Villas Bôas. É vital enfatizar que o estabelecimento de critérios não engessa a comunicação; pelo contrário, qualifica o conteúdo e eleva sua relevância.

Transformando a Comunicação: Governanca e Critérios Estratégicos

De acordo com Marcela, a implementação de governança e priorização na comunicação interna modifica fundamentalmente o tipo de questionamento que guia as decisões. Sai a pergunta automática “onde vamos divulgar?” e entra um filtro estratégico mais profundo: “isso realmente precisa ser divulgado, para quem e com qual nível de destaque?”. Nesse movimento, torna-se igualmente indispensável uma revisão do ecossistema de canais, definindo o papel de cada um para evitar replicações mecânicas e pedidos de publicação simultânea em todos os espaços sem um diagnóstico prévio. Esse padrão, comum e confortável, gera o que a gerente denomina de “infoxicação”, um termo que sintetiza o excesso de mensagens e a consequente perda de foco.

Sob a perspectiva da gestão de pessoas, observa-se um cenário análogo, frequentemente provocado por uma comunicação fragmentada e pela ausência de priorização por parte da alta direção. Em ambientes complexos com múltiplas frentes, a simultaneidade de acontecimentos é natural. Contudo, a equivalência de urgência não. Bruno Junqueira, diretor de Recursos Humanos da Petlove, ressalta o perigo da ausência de contraste de relevância. Se todas as mensagens chegam com o mesmo peso simbólico, questiona ele, o que de fato é mais urgente? O efeito, segundo Junqueira, é a perda de foco no que realmente impulsiona o negócio, levando as equipes a reagirem às demandas à medida que surgem, muitas vezes sem critérios claros ou contexto suficiente para decidir o que priorizar.

É precisamente neste ponto que a comunicação interna pode atuar como um diferencial estratégico. Em vez de disputar a atenção, ela possui o alcance para orientar decisões sem criar ambiguidades. Na Petlove, o modelo de trabalho inclui uma hierarquização nítida das mensagens, compreendendo que o tom da comunicação e os canais selecionados são elementos cruciais para sinalizar a prioridade. Isso capacita as equipes a compreenderem, logo no primeiro contato, a relevância de cada tema, conforme explica o diretor. Na prática, isso implica em hierarquizar as mensagens, combinando tom, canal e repetição de forma a reconhecer a importância de cada assunto. Comunicar com clareza é, também, uma maneira de edificar a confiança, demonstrando que há escolha, direção e intencionalidade por trás do que é colocado em evidência, afirma Bruno Junqueira.

A Decisão por Trás da Prioridade

Contudo, se a prioridade é uma questão de escolha, quem, de fato, está decidindo o que chega ao colaborador? Para Giusepe Giorgi, diretor de RH da Pirelli para a América Latina, declarar tudo como prioritário frequentemente mascara uma evasão decisória. Esse comportamento elimina o conflito inerente à escolha por parte da organização, transferindo o custo para o colaborador. Giusepe Giorgi é enfático ao afirmar que tratar todas as demandas como prioritárias evidencia uma dificuldade em hierarquizar decisões e traduzi-las em escolhas claras. Isso, segundo ele, revela que o problema não é meramente de comunicação, mas de decisão. Daí a importância do trabalho interno para aprimorar a tomada de decisão sobre prioridades.

Não por acaso, a ausência de hierarquia nas mensagens acarreta a perda da hierarquia de contexto. As demandas chegam sem o enquadramento necessário para orientar o julgamento, e é exatamente o contexto que permite tomar decisões assertivas sem a necessidade de questionar a cada passo. Giusepe associa a hierarquização comunicacional à construção de sentido coletivo: quando há uma ordem clara de importância, as pessoas compreendem não apenas o que fazer, mas por que fazê-lo agora. Sem essa clareza, a execução ocorre, mas de forma fragmentada. Em última análise, uma prioridade não comunicada é uma prioridade inexistente.

A contramedida para a “priority inflation” passa por restaurar o contexto às escolhas. No âmbito da comunicação, a questão não é falar menos, mas explicar com mais profundidade. O ponto de virada se estabelece quando a mensagem transcende o simples anúncio e passa a refletir decisões, explicitando o impacto e a expectativa de ação. Na Petlove, conforme Bruno Junqueira, o caminho começa por tratar a comunicação interna como um componente da arquitetura de decisão cotidiana, e não como uma etapa final de divulgação. Isso direciona à priorização das mensagens, auxiliando as pessoas a realizarem escolhas acertadas em seu dia a dia.

O Poder do Tom e da Estrutura na Comunicação

Bruno Junqueira descreve um modelo alicerçado em alinhamentos recorrentes, ciclos estratégicos e uma conexão direta com métricas e objetivos. A lógica é simples e potente: quando a mensagem elucida o “porquê”, ela mitiga a ansiedade operacional. Ao explicar não apenas o que está sendo feito, mas, primordialmente, por que aquilo é relevante, a sensação de urgência constante diminui, trazendo mais segurança para a tomada de decisão, segundo ele.

Existe, ainda, um elemento mais refinado e frequentemente subestimado: o tom. Nem toda mensagem pode ter o mesmo timbre, assim como nem toda pauta deve carregar a mesma intensidade. Bruno Junqueira enfatiza essa atenção à calibragem: “Evitamos usar sempre o mesmo tom para todos os temas”. Embora possa parecer um detalhe de linguagem, é, na verdade, uma engenharia de foco. Esse código auxilia o colaborador a organizar tempo, energia e esforço – três recursos que a inflação de prioridades costuma corroer em primeiro lugar. Quando há narrativa, cadência e coerência entre o que é dito e o que é praticado, a comunicação se estabelece como um suporte genuíno, oferecendo clareza, previsibilidade e um senso de direção e colaboração, sintetiza Junqueira.

Contudo, contexto e tom são insustentáveis sem uma estrutura robusta. É aqui que a governança retorna ao cerne da discussão, agora como método operacional. Marcela Villas Bôas, da Multiplan, reforça que a priorização na comunicação interna depende de processos claros de avaliação de demanda, critérios de entrada e canais com funções bem definidas. Ela faz um alerta crucial: a área não pode se limitar a ser uma mera receptora de pedidos. É imperativo que o setor ocupe uma posição ativa junto a lideranças e tomadores de decisão para mapear temas estratégicos antes que se transformem em solicitações urgentes. “Planejamento é, também, uma forma de reduzir urgência fabricada. É preciso estar próximo a fim de mapear assuntos estratégicos previstos, estruturando um planejamento prévio”, pontua Marcela.

Um exemplo citado por Marcela materializa essa lógica. Ao relatar a Semana do Compliance, planejada com antecedência na Multiplan, ela descreve uma campanha estruturada como uma série de streaming, com atores encenando dilemas reais, convites simbólicos e ativações presenciais. “Cada colaborador recebeu um convite simbólico, com pipoca na mesa, reforçando a ideia de assistir aos episódios, entre outras ações de ativação”, explica. Ao transformar o conteúdo em uma experiência engajadora, a comunicação explicitou o peso estratégico do tema. Priorizar, nesse contexto, significou conceber com maior inteligência o que seria comunicado. “Sabíamos que, além de ser um assunto denso, ele demanda sensibilização, aprendizado e, muitas vezes, mudança de mentalidade por parte do público”, complementa, justificando o formato inovador.

Da mesma forma que o conteúdo comunica prioridade, a própria arquitetura dos canais funciona como um sinalizador de relevância. Em um sistema de comunicação interna com priorização explícita, o “onde” é tão crucial quanto o “o quê”. Ao descrever o modelo adotado na Pirelli, Giusepe Giorgi enfatiza justamente essa dimensão, a da geografia informacional. Não se trata apenas de publicar, mas de posicionar a mensagem no espaço correto e com o peso adequado. “Cada veículo carrega, por si, um grau de urgência já reconhecido pelas pessoas. Temos materiais que vão para mural ou TV interna, mais genéricos ou de médio prazo, e comunicados de urgência afixados junto aos relógios de ponto. As pessoas sabem o grau de importância de cada veículo”, explica. Nesse arranjo, o próprio canal comunica prioridade.

Esse tipo de classificação visível reduz o ruído e gera previsibilidade interpretativa. Quando o colaborador aprende a discernir a importância da mensagem pelo local onde ela aparece, a tomada de decisão cotidiana se torna mais rápida e menos onerosa do ponto de vista cognitivo. Giusepe Giorgi sintetiza o papel da área sem rodeios: “a comunicação interna cumpre o papel fundamental de filtro estratégico, e não apenas um canal de disseminação”. E filtro, na prática, é escolha aplicada. Como ele complementa, essa estrutura reduz o ruído, proporciona previsibilidade e protege as pessoas de uma lógica de urgência contínua que pode comprometer a qualidade do trabalho e o bem-estar.

Autonomia e Critérios de Decisão

Ainda há organizações que acreditam que, ao transferir o poder decisório para o colaborador, estão concedendo-lhe mais autonomia. Contudo, autonomia sem referências claras é, na prática, um abandono. Não basta solicitar que as equipes decidam mais; é preciso oferecer parâmetros visíveis para a decisão. Na prática organizacional, a ausência de priorização na comunicação leva as pessoas a hesitar. Não à toa, Marcela Villas Bôas, gerente de Comunicação da Multiplan, observa que essa postura geralmente gera insegurança e desalinhamento, dois fatores que corroem a autonomia. “Elas passam a ter mais dificuldade para assumir responsabilidades com confiança”, ressalta.

Assim, sem saber onde concentrar energia e atenção, o colaborador age, mas com baixa confiança decisória. Por isso, na Multiplan, a comunicação interna – com a priorização devidamente elaborada – está conectada aos valores, à cultura e à direção estratégica do negócio. O objetivo, segundo Marcela, é criar coerência interpretativa entre diferentes áreas e regiões. “Quando valores e diretrizes são comunicados de forma consistente, as decisões se tornam mais naturais”, ela resume.

Esse elo entre relevância e critério não é abstrato. Marcela descreve que cada mensagem é avaliada com base em três eixos: aderência ao negócio, alinhamento com os valores e impacto nas pessoas. Quanto maior essa convergência, maior a visibilidade comunicacional. Dessa forma, nem tudo que é novo é prioritário, assim como nem tudo que é urgente é central. “Esses critérios ajudam a avaliar o impacto real da comunicação na organização e o nível de engajamento necessário dos colaboradores”, explica, enfatizando que o que realmente importa é a conexão com o momento estratégico da companhia e o efeito concreto na vida das equipes.

É relevante observar como isso se traduz na prática. Projetos diretamente conectados ao momento da empresa, como inaugurações de empreendimentos, a evolução do aplicativo Multi e a divulgação de resultados financeiros, recebem maior destaque. Já as mudanças de processo que afetam diversas áreas exigem uma comunicação mais orientativa do que promocional. Assim, os colaboradores conseguem entender não apenas o que mudou, mas como isso impacta suas rotinas.

É desse modo que a comunicação interna impacta profundamente a gestão de pessoas. Na Petlove, o CHRO Bruno Junqueira reforça que a ausência de contraste de prioridade compromete diretamente a autonomia das equipes. Quando tudo parece igualmente importante, decidir se torna um risco desnecessário; é mais simples executar o que surge primeiro do que hierarquizar. Ele associa a clareza de prioridade à segurança decisória: “Acreditamos que autonomia só existe quando as prioridades estão bem definidas”. Essa frase é estruturante ao evidenciar que autonomia não significa independência total.

O efeito prático dessa combinação desastrosa se manifesta no comportamento cotidiano. Sem uma comunicação interna com priorização consistente, as pessoas tendem a buscar mais validação e a reduzir a iniciativa. Não por falta de capacidade, mas por ausência de clareza, observa Junqueira. Assim, o investimento maior não se dá apenas na mensagem, mas nos rituais, treinamentos e alinhamentos, sem esquecer o uso consciente dos canais de comunicação. O objetivo é desenvolver o que ele denomina, na prática, de “senso de urgência saudável”, aquele que distingue o que é uma ação imediata do que é um acompanhamento estruturado. Isso auxilia os times a tomar decisões mais embasadas e a desenvolver um senso de urgência mais equilibrado.

Mas, afinal, o que transforma uma pauta em prioritária, de verdade? Aqui, o critério surge como eixo central. Na Petlove, segundo Bruno Junqueira, a priorização das pautas internas se baseia em referências explícitas, e não na pressão do momento. Impacto nos objetivos estratégicos, efeito concreto no dia a dia, irreversibilidade da decisão e horizonte de tempo são parâmetros de avaliação. Há um teste decisivo: uma pauta só se torna verdadeiramente prioritária quando deixa claro qual decisão ou ação se espera a partir daquela comunicação. Se não há uma ação esperada, há apenas informação a ser compartilhada no seu tempo.

Do ponto de vista estrutural, o diretor de RH da Pirelli, Giusepe Giorgi, acrescenta outra camada importante: a visibilidade da hierarquia é o que transforma a autonomia em prática sustentável. Na prática, quando a organização explicita a ordem de importância das mensagens, oferece parâmetros claros de decisão e fortalece a confiança. Nas palavras dele, ao tornar essa hierarquia mais visível, a organização fortalece a autonomia real das equipes. O que, como ele bem destaca, eleva a qualidade das escolhas, aumenta o senso de responsabilidade individual e reforça uma cultura de confiança.

Quanto aos critérios a serem aplicados à priorização, Giusepe Giorgi acredita que a comunicação interna deve considerar o impacto estratégico, o risco para o negócio, as exigências regulatórias, o impacto nas pessoas e a dependência entre iniciativas. Não é apenas o que importa, mas o que gera consequência. A priorização também deve levar em conta que os objetivos da empresa devem coincidir, em grande parte, com os objetivos pessoais, para que as informações tenham relevância, complementa Giusepe. Assim, quando o vínculo entre pauta, objetivo corporativo e decisão esperada se torna explícito para o colaborador, a comunicação passa a orientar comportamentos. Essa é a diferença entre comunicar muito e comunicar para decidir melhor.

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Crédito da imagem: Portal Melhor RH

Comunicação Interna: Evite a Inflação de Prioridades - Imagem do artigo original

Imagem: melhorrh.com.br

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